Posts da Tag: Casamento

03 de setembro de 2010
postado por: Ricardo Jayme

O casamento do Pedro e da Natália teve um desafio gostoso pra gente: fotografar um fotógrafo!

Apesar do frio de Jundiaí, interior de São Paulo, a emoção e a receptividade dos amigos e familiares esquentou a celebração. Isso colaborou demais para que pudéssemos fazer um grande trabalho.

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Natalia e Pedro

Casal: Pedro e Natália
Fotografia: Fabio Borgatto Borges e Ricardo Jayme/Foco Estúdio
Assessoria de Casamento:
Local: Sitio Sao Francisco – Jundiaí/SP

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02 de setembro de 2010
postado por: Fabio Borgatto Borges

Temos postado aqui sempre as imagens registradas no casamento e hoje resolvemos dar uma inovada.
Decidimos mostrar aquilo que nem todo mundo tem acesso: o álbum de casamento.

Como estúdio, nossa preocupação nunca termina no clique, pelo contrário. Como temos nossa equipe de design, aproveitamos o melhor da criação na fotografia com o melhor da criação gráfica pra criar a sequência de imagens e montar a narrativa.

O álbum serve pra isso, contar um história que será lembrada ano após anos, décadas após décadas. Não publicaremos todo o álbum, mas literalmente criamos uma sequência que conta o que aconteceu, como e valorizando toda a sensibilidade de cada clique.

Ao nosso ver, um álbum precisa ter: narrativa, cronologia, escala e intensidade (onde valorizamos alguns detalhes ou sugerimos a troca de escala cromática – do colorido ao preto & branco), objetivo e principalmente ser prazeroso de ser visto, tanto impresso como digital.

25 de agosto de 2010
postado por: Foco Estúdio

O casamento da Karla e do Marcos ficou marcado como um momento especial para o Foco Estúdio. Foi nele que ganhamos nosso primeiro prêmio internacional do ISPWP (International Society of Professional Wedding Photographers), com uma foto do vestido da noiva. :)

21 de agosto de 2010
postado por: Nelson Alves Jr.

Este post pode soar como mal-educado. Já aviso que não é a intenção. Quero apenas esclarecer alguns pontos sobre questões que ouvi recentemente de alguns clientes. Um disse que “enfiamos a faca”. Outro questionou a razão pela qual nossos ensaios “não são parecidos no tratamento”. “Fica mais barato sem o álbum?”. A pior de todas, porém, é a “que equipamento você usa?”.

Sem saber, todos levantaram questões que se relacionam.

A primeira sobre o preço. Há valores dos mais diversos no mercado. É natural e sadio para a concorrência. Temos uma tabela que, hoje, julgamos adequada. E baseada em que? Em inúmeras questões citadas à exaustão em todos os blogs/sites de fotógrafos afora. Muito mais do que a depreciação do equipamento e do seguro anual que pagamos, há o esforço ininterrupto no aprendizado. Compramos livros aos montes, participamos de eventos, grupos de estudo e o escambau para nos mantermos informados e, principalmente, atualizados. Ainda assim, trata-se de algo absolutamente subjetivo. Preciso, mesmo, apenas o tempo que envolve o trabalho completo. Já chego lá.

Fotografar não é apertar botão – embora há quem entenda dessa forma, e respeitamos.

Nossa sociedade é treinada para ler textos, não fotos. E sim, fotos podem ser lidas – incrível, não? Apesar de bombardeados por imagens, nunca fomos treinados para entendê-las. Nesse aspecto, nossa cultura imagética é paupérrima, por isso são poucas as pessoas que captam a diferença entre uma imagem que foi pensada de outra meramente clicada.

Não é um discurso demagógico, mas não temos a menor intenção de clicar por clicar só pelo dinheiro. É evidente que todo mundo precisa pagar conta e colocar comida na mesa. Entretanto, e isso é importante deixar claro, fazemos isso porque amamos fotografia. Poderíamos cobrar um valor medíocre, nivelar por baixo, fazer 15 eventos por mês e entregar qualquer droga que alguém chamaria de foto.

A questão é: somos três fotógrafos cuja meta é a qualidade acima de tudo. E qualidade custa dinheiro. Aí chegamos ao segundo questionamento. Nossas fotos são feitas única e exclusivamente tendo aquele cliente em vista. Não pasteurizamos tratamento. Certamente alguém vai nos chamar de idiotas, porque isso significa mais tempo de pós-produção e, paralelamente, menos agenda para clicar. Não nos importamos com isso. Preferimos fazer pouco e com qualidade acima da média do que um punhado de imagem meia-boca.

Temos uma forma de trabalhar que funciona para nós. Não estou dizendo que é a certa ou que é infalível. Cada um sabe suas preferências, essa é a nossa. Encaramos cada casamento e cada ensaio de forma individual. Não fazemos nada “pré-programado”. Não temos “modelo” antecipado. Tratamos foto por foto. Aí alguém diz: “Ah, mas isso demora muito!”. Sim, demora. Só que encaramos o nosso trabalho como uma criação de arte. Criar arte não é tarefa feita em alguns minutos. Exige tempo, paciência e dedicação.

Outro detalhe importante que precisa ser dito. Tratar foto não é “fazer efeito”. Tratar é dar o toque final a algo que já está devidamente registrado com acuidade. Pelo amor de Deus, cliente querido, não nos peça para “fazer fusão” ou nenhum outro tipo de rococó. Se é essa a sua vontade, infelizmente o Foco Estúdio não vai suprir sua exigência. Nossa meta é registrar emoção e entregar uma foto inesquecível. Foto ruim não tem conserto posterior. Por isso, para nós, “efeito” é palavra fora do dicionário, simplesmente porque só serve para camuflar algo que já nasceu estragado.

O álbum, que parece gerar um bocado de dúvidas, é encarado por nós como a cereja do bolo. É a materialização de algo intangível. Porém, ele não é o mais importante. Não vendemos álbum, vendemos fotografia. De novo, há quem viva de vender papel. É um direito que respeitamos, mas preferimos atuar de outra forma. Todos os nossos pacotes (temos quatro) incluem o álbum, só que o valor não se baseia nele. Podemos entregar sem o álbum? Com certeza. Isso vai diminuir consideravelmente o valor do pacote escolhido? Absolutamente não.

Por fim, o bendito equipamento. Até outro dia eu usava uma 20D, da Canon. Pra quem não conhece, é uma máquina que saiu de linha há, pelo menos, três anos. Minhas fotos melhoraram pelo fato de usar um modelo mais novo? Digamos que se eu colocar uma imagem lado a lado, cada uma feita com uma máquina, ninguém será capaz de distinguir os modelos. Eu controlo o equipamento, não ele a mim. Ainda vou arrumar um casamento para clicar com uma portátil (que chamo carinhosamente de saboneteira) só para mostrar que não faz diferença naquilo a que nos propomos. É evidente que recursos técnicos facilitam em determinadas ocasiões, mas o objetivo final, que é o de registrar emoções, não é alterado em absolutamente nada pelo equipamento. O meu olho dita as regras, não a marca e o tamanho da máquina que carrego.

Pois bem, de tudo isso, o resultado até agora tem valido o esforço. Receber elogio dos casais é algo imensurável. A pessoa espera por algo, mas você consegue superar a expectativa a ponto de ela se emocionar. É nesse momento que ela entende a razão de custar X e não Y.

Aí eu pergunto: é melhor pagar por algo assim, único, feito especificamente para você, ou pelo mecanizado da linha de produção?

04 de agosto de 2010
postado por: Fabio Borgatto Borges

Elas são o motivo pelo qual mantemos este blog, e esta empresa. E temos orgulho de mostrar o resultado, não apenas por ser uma bela composição ou fotografia.

Como sempre falamos, não vendemos foto. Participamos de um momento perfeito e único como responsáveis por eternizar cada instante. Tarefa nem sempre fácil, mas recompensadora.

E, claro conhecemos ótimas profissionais (e apaixonadas por casamentos) que trabalham e se inspiram diariamente para fazer o melhor por suas noivas. Além de todas serem nossas amigas, elas sabem na pele o valor de um vestido branco. ;)

Aqui algumas das feras quando o assunto é casamento.
Fernanda Floret, Geórgia Nog, Kalinka Cope, Cinthia, Caixa com Arte

28 de junho de 2010
postado por: Nelson Alves Jr.

25 de maio de 2010
postado por: Nelson Alves Jr.

Pra ser bem sincero, ainda estou meio zonzo com essa história. Ter o nome premiado ao lados dos grandes fotógrafos de casamento do mundo é pra chorar de alegria. É a primeira vez que participamos de um concurso dessa magnitude e já saímos com duas fotos entre as melhores!

O Foco Estúdio é uma equipe formada por três fotógrafos, uma assistente e uma produtora que são absolutamente apaixonados pela profissão. Não é demagogia, não. É papo sério mesmo. A gente se diverte demais quando está clicando.

Acredito piamente que trabalhar por obrigação não apenas torna tudo um fardo como inviabiliza criar algo de qualidade. Se alguém fotografa sem paixão, a imagem sai sem vida. É simples assim.

Logo, quando fotografamos casamento, estamos 100% envolvidos na atmosfera emotiva do momento. Não tem nada mecânico ou robótico. Por isso, acredito também que o fato de hoje estarmos entre os melhores do mundo é um prêmio ao nosso tesão por fotos. Não quero que soe algo presunçoso, mas o fato é que duas de nossas fotografias foram eleitas pelo ISPWP entre as melhores do mundo.

Essas duas premiações deram uma renovada no ânimo que não dá pra explicar. Sério.

Quero deixar aqui um agradecimento especial às noivas premiadas (Karla e Samira). Foi a confiança de vocês que permitiu chegarmos nesse sonho conquistado. À todas as outras noivas, saibam que sempre que estamos no seu casamento o objetivo é criar imagens memoráveis, inesquecíveis.

Outro abraço apertado pras meninas Fernanda Floret, Georgia Nog e Kalinka Cope, que sempre deram a maior força pra nós aqui do Foco.

E vamos que vamos que em junho tem casamento na França e vários ensaios na Europa! Quem sabe não voltamos com mais imagens pro concurso do segundo semestre. :P

24 de maio de 2010
postado por: Foco Estúdio

Ninguém discute que o álbum impresso do casamento seja um item de muito valor sentimental. É um objeto bacana e que resguarda a memória da celebração. Entretanto, carregá-lo é algo meio complicado. A menos que seja feita uma versão menor, que sirva como amostra itinerante para levar na bolsa, o álbum normalmente fica em casa.

Eis que surge uma versão bem interessante para as noivas modernas: um Photo Book digital com tela de 8 polegadas, resolução de 800×600 pixels e memória interna de 4GB. Possui entrada para sete tipos de cartões, entre os mais populares, como CF e SD. A novidade é fabricada pela Digital Foci e chama-se “Photo Book Pearl White”.

O brinquedinho também aceita vídeo e áudio.

Por enquanto, disponível somente no exterior, está à venda pela Amazon, B&H Photo Video e Adorama.



09 de maio de 2010
postado por: Fabio Borgatto Borges

Uma simples homenagem Foco Estúdio às mães.
Dia das mães

04 de maio de 2010
postado por: Foco Estúdio

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19 de abril de 2010
postado por: Foco Estúdio

Um Trash the Dress no meio de São Paulo, lá no centrão velho. A ideia partiu do próprio casal Samira e Tiago. Além de extremamente simpáticos e dispostos, os dois esbanjaram envolvimento ao topar tudo. Literalmente.

O resultado não poderia ser outro a não ser um ensaio lindo, variado, com um excelente toque de humor.

Ainda estamos finalizando a edição, mas já vale postar algumas imagens para dar o gostinho de como ficou. :)

Agora que estreamos nosso Trash the Dress (mais para um Street Bride) numa grande cidade, podemos dar o próximo passo e cumprir os contratos assinados no exterior. Junho e julho tem Trash the Dress na fronteira França/Espanha, depois Roma, Londres e Paris. :P

10 de abril de 2010
postado por: Foco Estúdio

No dia do casamento, vale lembrar que o fotógrafo é mais que fotógrafo. É também confidente da noiva.

O casamento do Thiago e da Samira, que está na seção “Real Weddings” do ISPWP (International Society of Professional Wedding Phorographers), tem um texto nosso sobre esse assunto.

Vale dar uma lidinha. :)

18 de fevereiro de 2010
postado por: Fabio Borgatto Borges

Em muitos de nossos encontros e nossas reuniões falamos da qualidade da fotografia nacional, de grandes nomes e referências que estão a todo momento ditando tendências e vanguarda.

Mas recentemente começamos aqui no estúdio uma série de conversas, com amigos, fornecedores e até mesmo clientes sobre como poderíamos tornar o Brasil ainda mais profissional no mercado fotográfico. Especialmente no mercado de fotografia de casamento.

Temos visto uma série de novos fotográfos chegando ao mercado, porém, muitos com pouquíssima habilidade adminstrativa ou conhecimento de mercado. Literalmente compram seus equipamentos a saem clicando.

E o real motivo pelo qual citamos esse assunto aqui é  querer ver o Brasil no topo da fotografia mundial,  porém,  não apenas pela criatividade que já sabemos ser indiscutível, mas também pela gestão de negócio, pela qualidade no atendimento,  pela gama de bons fornecedores.

Puxando pra cima, cada vez mais o nível de profisisonalismo dos fotógrafos e consequentemente do reconhecimento do Brasil como pólo gerador de talentos e negócios da fotografia mundial (como já temos percebido na moda e na publicidade).

Em uma dessas conversas ouvimos alguns absurdos como fotógrafos que não tem contrato com seus clientes, fotográfos que compram equipamentos e não tem noção do valor de depreciação nem tampouco como estrutrar de forma prática sua apresentação, formação da valores e orçamentos ou como buscar novos clientes.

Ter um estilo próprio e um grande portfólio é apenas parte do jogo quando falamos de fotografia (comercial). E pra jogar o assunto na mesa e abrir ainda mais a discussão, citamos aqui o “Professional Wedding Photography – Creating a more profitable and fulfilling business” que está longe de encerrar este papo, mas é um bom começo pra quem ainda se vê um tanto desamparado no mundo dos negócios.

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10 de fevereiro de 2010
postado por: Nelson Alves Jr.

Ler é um hábito que agradeço a Deus por possuir. Não apenas porque é prazeroso, mas porque ajuda a entender o que outros fotógrafos pensam, se inspiram. Abre a cabeça.

E por mais que já tenha lido, sempre surge algo surpreendente.

Comecei esta semana um chamado Visual Poetry, escrito por Chris Orwig. Tô bem no comecinho, mas basicamente ele utiliza o gosto pessoal pela poesia como alicerce para falar sobre criatividade fotográfica.

Num dos tópicos, ele comenta algo que nunca havia pensado, apesar de ser instintivo na maioria dos fotógrafos. Diz o escritor: “Algumas das coisas mais legais da vida são impossíveis de explicar. O significado das melhores fotografias são quase sempre evasivos. Claro, podemos discutir sobre composição, regra do terço, teoria das cores, mas não adianta. As melhores fotografias nos tocam no sentimento e nos fazem pensar. Tiram nosso fôlego. São aquelas fotos que, inexplicavelmente, você se sente orgulhoso e gratificado por tê-las feito.”

Li isso e coloquei um marcador de página para refletir um pouco. Voltei a olhar algumas das fotos de casamento calmamente. Sou partidário do “menos é mais”. Detesto equipamento em excesso, intervenções nas cenas e firulas desnecessárias. Não condeno quem faça, é apenas uma questão de característica pessoal. Me sinto bem quando passo despercebido pelo casal. Quero que eles curtam o momento, não que se preocupem com o fotógrafo chato grudado neles na cerimônia.

A parte boa é que notei várias imagens que reforçam a ideia do livro. Daquelas que podem nem ser o exemplo supremo de técnica, mas que possuem um algo a mais que toca no sentimento.

A da noiva Samira, que posto abaixo, é uma delas.

Noiva Samira

Agora é continuar a leitura. :P

03 de fevereiro de 2010
postado por: Foco Estúdio

O bacana em cobrir casamento de forma descontraída é não ficar preso a convenções.
Neste aqui, por exemplo, usamos uma Supersampler para brincar.

55 11 3910 9898
55 11 3910 9898